Candidatos ao Parlamento Jovem apresentam propostas na segurança pública



Na manha desta quarta-feira, os alunos do Colégio La Salle apresentaram suas propostas para a candidatura do terceiro Parlamento Jovem. O encontro foi proposto pelos alunos e organizado pelo Coordenador da Juventude, Diogo Bitencourt.

O evento foi no Salão de atos do Colégio e contou com a presença de 360 estudantes das nove turmas do ensino médio. Na ocasião, as nove candidatas salientaram as melhorias feitas pela Secretaria de Segurança Pública e apresentaram suas propostas para a cidade de Canoas ser mais segura: aumentar a iluminação nas ruas, as rondas devem ser freqüentes, acrescentar mais câmeras na cidade, aumentar o número de policiais nas ruas e, principalmente nos bairros mais afastados da cidade.

Também foi sugerido oferecer novas oportunidades ao ex-detentos para que eles não voltem para o crime, com cursos profissionalizantes para a reeducação e disciplina dos mesmos.

Segundo a Coordenadora da Pastoral da Juventude, Vera Lucia Ribeiro, foi a primeira vez que aconteceu um debate para as eleições ao parlamento jovem na escola. Diz que o encontro foi essencial para o aprendizado deles em termos políticos. Eles também precisavam de um espaço para divulgar suas propostas, reforça.

As eleições para o Parlamento Jovem começaram na segunda e vão até sexta-feira. Os alunos do Colégio La Salle votarão na sexta-feira, 15, no turno da manhã.

Luciane Amaral

Difícil diálogo entre pais e filhos foi o tema do encontro promovido pelo Mulheres da Paz

Ocorreu na tarde desta quarta-feira, 12, um encontro entre as Mulheres da Paz e jovens integrantes do Protejo que abordou o “Difícil diálogo entre pais e filhos”.

Para deixar o ambiente mais descontraído, os jovens fizeram uma encenação de como é a relação entre pais e filhos que teve final feliz. Também cantaram a música Pais e filhos, do Legião Urbana.

Foi através da conversa que as mulheres puderam perceber como seus filhos pensam e reagem sobre assuntos considerados tabus, como: sexualidade, drogas, namoro, família, alcoolismo, gravidez na adolescência e doenças sexualmente transmissíveis ( DSTs). Já que esses temas não são discutidos em casa.

Alguns jovens lembraram que preferem conversar com os amigos pela falta de afinidade que tem com os pais, pelo medo de serem reprimidos e censurados, pela vergonha do constrangimento e até por falta de liberdade apresentada por alguns deles. É o que diz Douglas Martins de 17 anos, “prefiro falar de sexualidade com meus amigos, não me sinto à vontade de conversar sobre isso com meus pais”.

A dona de casa Rosa Maria Lima, 38, diz que sempre conversou com as duas filhas sobre todos esses assuntos, mas foi através da confiança e da amizade que teve com elas. Ressalva ainda que se os filhos escondem algo dos pais é por medo da repressão e da falta de compreensão.

Luciane Amaral